top of page

Resident Evil

Foto do escritor: Marcio strzalkowski
Marcio strzalkowski
há 12 minutos
10 min de leitura

Resident Evil de 2026 é um ótimo filme de terror, não negue este fato, apenas abrace a verdade. Os filmes de Paul W. S. Anderson eram um monte fétido de fezes, e você sabe disso! Nem mesmo a sua paixão por Milla Jovovich salva os filmes dele!Abrace a verdade de frente e acaricie a bunda dela por trás. Aquela bunda gostosa e cheia de verdades inconvenientes!

Resident Evil

Dirigido por Zach Cregger

Escrito por Zach Cregger e Shay Hatten


Bryan, um entregador de órgãos mal remunerado e assustado com a gravidez da namorada, aceita uma última corrida pelo pagamento dobrado. Sua encomenda pode ser qualquer coisa, um coração para uma criança necessitada, talvez a mãe de alguém precisando de um rim, talvez um paciente cachaceiro esperando uma operação de figo ou um petista esperando um transplante de cérebro.Seu destino é a pacata cidade de Raccoon City. Em Raccoon City, eventos misteriosos e cheios de horrores começam a acontecer. E como justamente se trata de um filme de horror, não podemos entregar spoilers.Mas podemos vestir nosso chapéu de alumínio e fazer a analise Conservadora e libertaria do que já foi mostrado nos games! Sigam me os bons!

Vamos consultar Bastiat para saber um pouco mais sobre a Umbrella!

O mecanismo bastiatiano está claramente insinuado. Existe uma empresa chamada Umbrella fazendo experimentos contra seres humanos. As raízes do progressismo, a ideia de que uma elite socialista diz o que é o progresso, vem da Escola de Frankfurt, fundada com dinheiro do Partido Socialista dos Trabalhadores. Aqueles socialistas que tomaram o poder na Alemanha. Que tinham aquele líder socialista com bigodinho. Que foi comunista na juventude e que fundou o partido como Partido dos Trabalhadores.


Bom, o importante é que não estou insinuando que as armas biológicas de Resident Evil sejam comparáveis a arma biológica surgida na China Comunista. E nem vou citar Anthony Fauci. Que está sendo investigado por esconder informações em relação a arma biológica que foi usada para retirar os nossos direitos e liberdades por quatro anos. Não falei nada.


Para quem estuda Bastiat, os habitantes de Raccoon City perderam seus corpos, suas casas, seus hospitais, sua segurança e suas vidas. Isso é culpa da Umbrella e do aparato estatal-militar ligado ao projeto secreto de armas biológicas, assim como a arma biológica usada por Anthony Fauci, Bill Gates, Organização Mundial da Saúde e a China Comunista, comprovando o braço legal de sigilo oficial, pesquisa clandestina e prioridade militar sobre a cura.


Para Bastiat, a lei se torna instrumento de espoliação quando protege ou beneficia um grupo à custa dos direitos de outro.Prepare a sua escopeta e leve sua mistura suspeita de ervas verdes, vermelhas e azuis. Vamos adentrar em Raccoon City para matar zumbis e desvendar a montanha de segredos.

Existe Liberdade de Expressão em Resident Evil?

Não, o isolamento de Raccoon City inclui censura total à imprensa para "evitar pânico". Igual as censuras que recebemos durante quatro anos sobre a arma biológica que usaram para socializar os nossos direitos. A história de Resident Evil se iniciou em 1996 e se tornou uma premonição do que Governos e empresas malignas são capazes de fazer. Nem estou falando de Anthony Fauci, que fez igual um vilão da Umbrella e deixou extensa documentação sobre como usou o estado para impor isolamento, mascaras e vacinas que nem mesmo funcionavam.Existe liberdade sobre a Saúde? O T-Vírus é projetado para T-virar em zumbi. T-virar em monstros diversos. Cachorro zumbi, aranha zumbi gigante, "plagas espanholas" e até em um monstro sem pele chamado de Licker. Um monstro do inferno chamado de lambedor e que aparece a noite só pra te lamber. Assustador!


E tudo sob pretexto de vacinação obrigatória militar. Parece os planos de Anthony Fauci, que fez de tudo para promover vacinas sem os devidos testes! Na investigação, Anthony Fauci tomou suas próprias vacinas, teve um efeito irreversível no pulmão, em células que não se regeneram! E mesmo assim preferiu esconder esta verdade só para que o mundo todo tomasse três ou quatro doses de vacinas. Brincadeira, eu não disse nada disso!

Para quem lê e entende Murray Rothbard, uma empresa não adquire o direito de infectar inocentes simplesmente porque possui acionistas, dinheiro, laboratórios e um logotipo da hora. No caso da Umbrella, temos experimentos contra seres humanos em nível de morte e em nível do corpo voltar como um zumbi, uma arma biológica incapaz de pensamento racional. Ao ponto de o cadáver morto do defunto falecido ir se transformando em variações ainda mais assustadoras! Isso é agressão pura. Um ato de guerra biológica. E quando a pesquisa é associada a trabalho governamental secreto, temos o monopólio estatal da violência.


Rothbard provavelmente reclamaria que os filmes mostram a Umbrella com clareza, mas deixa o patrocinador político nas sombras. O mesmo não ocorre com Anthony Fauci, que usou a pesquisa governamental dos Estados Unidos para criar uma arma biológica na China Comunista e usar esta arma para nos roubar diversos direitos e liberdades. Brincadeira pessoal, não falei nada.

Para quem estuda Ayn Rand, o herói deste filme não é John Galt. É um trabalhador produtivo, decente, compassivo e um pouco bunda-mole. Só aceitou a corrida para adiar a conversa sobre a gravidez da namorada. Durante o filme, podemos acompanhar o personagem tomando decisões burras, mas tentando fazer o correto em meio ao mundo que está sendo destruído a sua volta. Bryan é um homem comum que começa a escolher a vida tarde demais; a Umbrella é ciência sem razão moral, produção transformada em saque.


Para quem estuda Friedrich Hayek, a Umbrella acredita que uma autoridade central pode controlar simultaneamente o vírus, a cidade, a informação, o antídoto e a resposta militar. O resultado é uma ordem tão frágil que a sobrevivência coletiva depende de um entregador, um pacote e um laboratório. Genial. Tipo tomar quatro doses de uma picadinha que te afeta o RNA, sem poder questionar os eefitos colaterais, e achar que tá tranquilo!

Como em O Demolidor, com Sylvester Stallone, a sociedade que censura, controla quem come, quem se reproduz e cuja policia nem sabe enfrentar o crime. Uma sociedade que funciona tão bem quanto limpar o fiofó com três conchas e achar que está limpo!O T-virus é biológico, mas a epidemia é construtivista. É a crença fatal de que uma mente central pode planejar sistemas complexos, como Anthony Fauci.Para quem estuda Ludwig von Mises, é a trajetória revolucionaria perfeita. Os cara criaram uma tecnologia secreta. Deu fezes e gerou efeitos inesperados de zumbis e monstros. Os caras insistem no erro, só dependendo de um único acerto de antídoto. Deu fezes novamente e o antídoto depende de uma operação centralizada. Deu fezes pela terceira vez, dai os cara decidem repetir até acertar.


A rigor, o filme não mostra uma economia socialista completa. Na verdade, não existe uma economia, logo, temos exatamente socialismo. Tipo Cuba, Coreia do Norte e outras pocilgas onde o cálculo econômico é impossível. Como também era o plano de Anthony Fauci: isolar todo mundo e a economia a gente vê depois. Deu super certo, Lula tomou o poder no Brasil e passou quatro anos roubando.

Para quem estuda John Locke, vida, liberdade e propriedade são violadas em escala industrial. Vidas foram destruídas, corpos são zumbificados, informações vitais são escondidas e o governo não protege os cidadãos. O Estado falhou! Como a Organização Mundial da Saúde falhou durante a pandemia.O filme erra em muita coisa. Mas pelo menos é um filme de terror. Melhor do que isso, só as animações de Resident Evil, que merecem mais do nosso amor.É um filme de terror que mostra verdades inconvenientes. Como o fato de uma pessoa comum só ter a recorrer ao chumbo grosso mirado com suas próprias mãos em um mundo onde tudo o mais falhou! O estado, a imprensa e tudo o mais.

Antigos Espirito o Bem

Platão e Santo Agostinho: A Metafísica do Mal como Privatio Boni

Na cosmologia do filme, o vírus engineered pelas corporações não cria uma nova forma de vida superior; ele apenas desfigura e corrompe a substância preexistente. Platonicamente, o monstro é a sombra distorcida da Forma Ideal do Homem.

 

Agostinho definiu o mal não como uma entidade ontológica autônoma, mas como a privação do bem (privatio boni). As criaturas de Resident Evil encarnam essa tese: ao perderem o nous (a alma racional), os infectados são reduzidos ao nível puramente instintivo e predatório — corpos vazios de espírito, movidos apenas pelo apetite desenfreado.

 

Aristóteles: finalidade, caráter e catarse

O telos de um bom Resident Evil não deve ser simplesmente permitir que o protagonista escape vivo. A sobrevivência precisa revelar o caráter: quem preserva a coragem, a lealdade e a razão quando as instituições desmoronam?

Aristotelicamente, o terror atinge sua forma superior quando produz temor e piedade, conduzindo à catarse. Para isso, as mortes não podem ser apenas ornamentos sangrentos. Devem representar perdas humanas reais. A coragem também não é invulnerabilidade; é o justo meio entre a covardia e a temeridade.

As adaptações anteriores frequentemente confundiram escalada com desenvolvimento: monstros maiores, armas maiores, destruição maior. O novo filme terá êxito se compreender que uma porta fechada, uma escolha moral e uma munição escassa podem possuir mais força dramática do que um exército de criaturas digitais.

 

Platão: aparência, verdade e a caverna corporativa

O universo de Resident Evil oferece uma imagem quase platônica: a superfície civilizada encobre laboratórios subterrâneos nos quais se fabrica uma realidade monstruosa. A população contempla as sombras da propaganda institucional enquanto poucos conhecem as causas verdadeiras da catástrofe.

A Umbrella — caso permaneça no centro desta versão — representa uma inteligência técnica divorciada da sabedoria. Conhece os mecanismos da matéria, mas ignora a finalidade moral da vida. Pode alterar o corpo, porém não sabe o que é o homem.

Um filme filosoficamente sério não reduziria essa tensão ao lugar-comum de que “toda ciência é má”. A questão correta é outra: o conhecimento sem ordenação ao bem continua sendo progresso ou se torna apenas poder?

 

Burke: prudência contra a reconstrução artificial da vida

Sob uma perspectiva burkeana, o horror biológico de Resident Evil nasce do desprezo pelos limites herdados. A corporação pretende reconstruir a natureza humana de acordo com projetos abstratos de eficiência, imortalidade ou superioridade biológica.

A crítica conservadora legítima não é hostilidade à inovação. Burke não exige imobilidade, mas prudência: mudanças graduais, respeito à experiência acumulada e consciência das consequências imprevistas. A manipulação radical da vida, realizada por elites isoladas de qualquer responsabilidade comunitária, é precisamente o oposto dessa prudência.

O monstro, nesse sentido, não é apenas o organismo mutante. É a manifestação física da arrogância de quem acreditou poder destruir uma ordem orgânica sem pagar qualquer preço.

 

Visão trágica e consequências não intencionadas

A franquia possui grande potencial para expressar a “visão trágica” descrita por Thomas Sowell: o homem é limitado, o conhecimento está disperso e toda decisão envolve custos. A Umbrella encarna a fantasia utópica de que inteligência técnica e concentração de poder podem eliminar as imperfeições da condição humana.

O resultado é o oposto. A tentativa de controlar integralmente a vida produz uma calamidade incontrolável.

O filme deverá, contudo, evitar a simplificação conspiratória segundo a qual apenas uma pequena elite é corrupta e o restante da humanidade seria naturalmente puro. Uma visão madura reconheceria que oportunismo, medo, covardia e desejo de poder aparecem também entre sobreviventes comuns. O mal institucional amplia vícios humanos; não os inventa do nada.

 

A Profanação do Sagrado e a Estética da Degradação

Roger Scruton alertava para o risco de uma cultura que perde o senso do sagrado e passa a celebrar a profanação. A corporação farmacêutica no filme representa o ápice do cientificismo moderno, que enxerga o corpo humano não como templo ou mistério, mas como mera matéria-prima manipulável.

 

O horror da obra reside precisamente na perda da dignidade intrínseca da carne. O contraste entre os laboratórios frios e esterilizados e os monstros purulentos que deles emergem expõe a farsa da utopia técnica desprovida de freios morais.

 

A Descida ao Caos e a Restauração pelo Logos

A jornada do protagonista estrutura-se perfeitamente sobre o arquétipo da katabasis — a descida voluntária ao submundo para resgatar a ordem a partir do caos.

O herói não busca poder ou glória vã; ele aceita o fardo da responsabilidade individual. Ao empunhar a razão, a disciplina e a coragem moral dentro do labirinto infestado, ele encarna o Logos ordenador que enfrenta a tirania biológica e o colapso institucional.

 

A Visão Ungida versus a Visão Trágica

O antagonismo central da trama ilustra com precisão as teses de Thomas Sowell:

A Visão Ungida (Antagonistas): Acreditam pertencer a uma elite esclarecida capaz de redesenhar a humanidade, justificando atrocidades presentes em nome de uma evolução artificial futura.

A Visão Trágica (Protagonistas): Reconhecem as limitações inerentes à condição humana, compreendendo que a vida exige trade-offs, vigilância constante e que certos limites naturais não podem ser violados sem consequências catastróficas.

 

A Virtude sob Cerco

Em meio ao colapso total da civilização ao seu redor, os personagens centrais encontram sustentação na distinção clássica entre o que está e o que não está sob seu controle. Confrontados com a finitude e o terror grotesco, não cedem ao desespero niilista; cumprem seu dever (officium) com retidão moral e serenidade trágica (ataraxia).

 

O horror de sobrevivência pode ser moralmente fecundo quando mostra a dignidade diante daquilo que não se pode controlar. O protagonista estoico não domina a catástrofe, mas governa sua própria resposta: disciplina o medo, aceita perdas e cumpre seu dever.

A dimensão cristã surgiria no reconhecimento de que a preservação física não é o bem supremo. Um personagem que arrisca a vida para proteger inocentes afirma que a pessoa humana é um fim, não material descartável. O sacrifício, porém, deve nascer do amor e da responsabilidade, e não de uma pose niilista.

Isso também estabelece a diferença entre heroísmo e mera força. O herói não é aquele que mata mais monstros, mas aquele que se recusa a tornar-se moralmente monstruoso para sobreviver.

 

Vamos imaginar como seria Resident Evil, se fosse no Brasil. E aqui só resta chorar. O PCC e o Comando Vermelho já expulsam moradores de cidades inteiras. E se alguém denunciar, o próprio Lula vai defender os seus meninos!Já temos nossos próprios zumbis. Estão nas cracolandias usando Fentanil. Em caso de zumbis devorando pessoas, a Daniela Lima é capaz de defender e a Myriam Leitão é capaz de explicar como isso é bom!


Em caso de um, dois ou três ministros do STF virarem zumbis, o Alcolumbre ainda seria incapaz de pautar impeachment. E ainda teríamos políticos defendendo que atirar nos miolos de políticos zumbis seria racismo com ataque a democracia.Qualquer reportagem sobre ministros do STF se arrastando pelados e se comportando como os lickers, os lambedores, seria censurada até aparecer as filmagens das festinhas do Vorcaro.

Depois de vinte anos de Lula dando o nosso dinheiro para a Umbrella, ele ainda seria capaz de xingar a empresa e proibir os zumbis. Igual ele fez com as Bet.

Ainda teríamos militantes afirmando que matar os monstros seria um ato de racismo ambiental e Zumbifobia!

 

Recomendação

Recomendado para espectadores que buscam um terror atmosférico maduro e que apreciam alegorias sobre as consequências espirituais e culturais do delírio transumanista. Uma obra que, sob a máscara do entretenimento visceral, convida à reflexão sobre a sacralidade da condição humana diante da tirania tecnocrática.

 

Comentários


image_edited.jpg

Os Horrores do Progressismo ilustrados pelo cinema

Origens do progressismo

Principais ideias e valores progressistas.

Alienígenas, Guerra dos Mundos e sonda anal Impacto do progressismo na sociedade atual.

Os horrores do progressismo de Stalin

 

Por Marcio Strzalkowski

 

Força e Honra

https://marcio-strzalkowski.herospark.co/os-horrores-do-progressismo-ilustrados-pelo-cinema

pexels-karolina-grabowska-4207892.jpg
image.png

A Esquerda nazista, fascista e comunista

Estes pontos mostram como é a Esquerda quem usa hoje as praticas mais malignas usadas pelos nazistas e fascistas

 

São pontos demais em comum para ignorar e este PDF tem o objetivo de explicar cada ponto de forma simples, clara, com fontes e fatos históricos.

 

Por Marcio Strzalkowski

Força e Honra

Valor de R$ 30 Reais https://marcio-strzalkowski.herospark.co/a-esquerda-nazista-fascista-e-comunista

pexels-karolina-grabowska-4207892.jpg
image.png

Escola sem Tarados

Uma cartilha contra a Doutrinação Socialista, contra Ideologia de Gênero e contra Funk Carioca em ambiente educacional.

​

Por Marcio Strzalkowski

Força e Honra!

​​

https://marcio-strzalkowski.herospark.co/escola-sem-tarados

pexels-karolina-grabowska-4207892.jpg

Livros para comprar ou baixar de graça

bottom of page