Cidadão Vigilante
- Marcio strzalkowski
- 14 de ago.
- 12 min de leitura

Cidadão Vigilante 2026
Dirigido e escrito por Uwe Boll
Filme reacionário no melhor sentido. O sentido que querem esconder sobre ser um
reacionário. No dicionário, o sentido de reacionário é de bobo, feio, malvado, contrário
a justiça social socialista, homofóbico, aracnofóbico, jogador de Sega Genesis,
armamentista, taxista e a pior acusação de todas. O crime de ser cidadão honesto e
trabalhador.
Se o dicionário fosse honesto, reacionário seria sinônimo de reagente. O ativo e o
reativo. Um dialogo honesto sobre quem age e quem reage. Toda ação gera uma
reação contraria de igual força? Todo filme de ação não se trata de uma reação contra
bandidos? A justiça não é uma reação contra a injustiça?

Como Nicolau Maquiavel enxergaria nossa cultura atual?
Nicolau Maquiavel viveu no século treze, entre intrigas politicas, jogos de poder e
traição, censura e perseguição. Ele enxergaria nossa cultura como um paraiso. Autores
que podem vender revistas em quadrinhos para crianças mostrando heróis derrotando
Thanos, Loki e Doutor Destino? O Tiranicidio? Escrever sobre a derrota e morte de
tiranos teria lhe rendido a pena de morte no século treze.
O Batman teria sido a melhor analise de Maquiavel. O Literal Principe de Gotham City
que toma a lei nas próprias mão para amaçar e quebrar ossos tanto dos piores
maníacos quanto dos mafiosos e dos políticos corruptos. Maquiavel enxergaria o fato
de que Batman não mata e concluiria o máximo de prudência. Junto ao fato de que
ninguém menciona que Batman não quer governar, ele não quer o poder, ele não quer
mudar as leis. Ele quer fazer justiça. Entre ser amado e ser temido, ele é temido pelos
piores corruptos e bandidos enquanto é amado pelo povo de Gotham. É por isso que a
própria policia acende um sinal em forma de morcego nos céus quando quer que o
sistema funcione.
No século treze de Nicolau Maquiavel, escrever sobre Os Vingadores derrotando
Thanos seria um crime. Escrever sobre o Doutor Destino seria um crime. Escrever
sobre o Batman, sobre o Demolidor ou especialmente sobre o Justiceiro seriam o
suficiente para um homem morrer na cadeia. Para seus livros serem banidos e
queimados.
Na Europa de 2026, assistindo a Citizen Vigilante, assistimos ao fato de que, quanto
mais as coisas mudaram, mais elas permaneceram as mesmas.

Uwe Boll é o pior diretor do mundo. Disparado.
Entre seus filmes ruins temos Far Cry, Alone in the Dark, Bloodraine e outros. E entre seus filmes bons, temos obras de gosto duvidoso como Postal e Rampage. Ambos devem ser assistidos junto a pessoas do ciclo
de amizades com os mesmos transtornos de humor negro e consumindo boas doses
de cerveja.
E agora em que apresentei os devidos contextos para entender a censura contra este
filme, vou poder explicar sobre o conteúdo do filme. Um verdadeiro soco no estomago
com dedo no furevis dos políticos socialistas da Europa!
Citizen Vigilante de 2026 é um filme reacionário. É uma resposta para um problema
criado décadas atras por políticos socialistas, doutrinação socialista, propaganda
socialista e programação socialista. Se baseia na generalização de todos os povos
Europeus como colonianistas malvados. Na generalização de todas as pessoas brancas
como sendo racistas. E na generalização de todo pensamento contrario como errado. E
como toda generalização é burra, seus planos para resolver os problemas também são
burros. Seu plano genial seria importar os problemas do terceiro mundo. Seus
criminosos, seus fanáticos religiosos islâmicos e suas praticas religiosas de terrorismo.
São povos inteiros forçados a ignorar a justiça e a falar sempre as mesmas coisas. E
quando todos são forçados a falar as mesmas coisas, é sinal que ninguém está
pensando.

Gangues de petezagem, termo ligado aos partidos socialistas dos trabalhadores que
dominam a Europa. Gangues de petezagem saem para as ruas armados e praticando
tanto o terrorismo quando a petezagem, a violência física contra o sexo, contra a vida
e contra as crenças das mulheres por toda a Europa. Com governo e órgãos da justiça
voltados a prender quem faz as denuncias do que punir os culpados. O Partido dos
Trabalhadores da Inglaterra os protege. O Partido dos Trabahadores da Alemanha os
protege. E ninguém pprotege você.
Os islâmicos estão forçando suas crenças e seu terrorismo contra pessoas inocentes
por toda a Europa. Um filme reagindo contra isso iria surgir. E este é o primeiro! É um
filme que chama os problemas pelos nomes. Explica o que está acontecendo por toda
a Europa. A justiça e os políticos falharam com as vitimas enquanto a policia vai na
casa dos ingleses questionar sobre o que eles postaram no Facebook. Não se engane, o
herói desse filme é basicamente o Bastiat descrevendo como o sistema, o governo, o
estado, falhou em prover liberdade, segurança e justiça para seu povo. Quando o
Estado falha em sua primeira função, proteger a vida, ele perde legitimidade. Já avisou
Edmund Burke.
Dentro do filme, o cidadão vigilante do titulo usa mídia e vídeos para denunciar o
governo, o Estado, o tribunal e a polícia. Um sistema que não está quebrado. Mas
funcionando perfeitamente para punir as vitimas. Fora do filme, os alemães proibiram
o filme. E transformaram a obra num teste real de liberdade de expressão. O filme foi
disponibilizado por 48 horas no X pelo próprio Elon Musk, ampliando o debate público.
Uma enorme banana para os políticos sentarem.

O Estado cobra impostos para fornecer segurança e depois criminaliza qualquer
concorrente moral que exponha sua falência. E seria assim que Murray
Rothbard explicaria que o governo te impede de ser o Batman.
Ayn Rand odiaria a mensagem do governo. Vítimas sacrificadas para preservar a
imagem moral do Estado. Ela viveu isso na pele.
Para Friedrich Hayek, quando o sistema sufoca a realidade, a realidade não
desaparece; ela reage como mercado negro, vigilância informal e o extremo da
violência privada.

Vamos falar de islamofobia.
Islamofobia é justificada. O islã já inicia seu livro sagrado com o verso da espada
explicando que todo islâmico é convocado a guerra santa. Seu profeta, Mohammed,
foi um senhor da guerra envolvido em dezenas de conflitos sangrentos com resultados
de genocídio. Ele mesmo decapitou pessoas inocentes que não queriam se converter.
Por muito menos que isso, Jesus foi condenado a pior pena possível, a crucificação por
crime de curar pessoas no sábado. Ninguém tem o direito de mandar você a não ter
medo.
Seu Deus, Alá, vem dos deuses pagãos do Oriente Médio, em especial de Ubal,
também chamado de Baal, um demônio derrotado no Torah. Baal afirma ser Alá, o
mesmo deus criador do universo, dos judeus e dos cristãos. E afirma seu ódio contra
judeus e cristãos. Não sou eu explicando isso. São as fontes islâmicas quem contam
essa história. E ninguém deveria ter o direito de impor sua crença contra outras
pessoas. Se uma crença é imposta, então o medo é natural.
Para terminar meu argumento, explico que você tem o direito de aceitar ou rejeitar a
história sobre Jesus arriscando a vida para retirar uma legião de demônios do corpo de
uma pessoa. É seu direito.
Mas também tem o direito de acreditar ou rejeitar o fato da ligação de Mohammed
com os demônios Jinns na noite do Al Zuut. Onde é descrito no Alcorão que os
demônios Jinns se amontoaram por uma noite inteira no profeta Mohammed. Onde o
montaram, provavelmente o penetraram e ainda por cima o degustaram. Acreditar é
uma escolha, mas que está escrito, sim, está escrito.
E nenhum governo deve mandar no que você deve acreditar ou ter medo.
O terrorismo é real, a perseguição é real, as gangues que violam as meninas na Europa
são reais.

O filme é apelativo em uma cena de sexo sem necessidade e é a única critica que eu
aceito. De resto, o filme é didático explicando o problema. Mostrando jornalistas
explicando o problema das gangues de terroristas ilegais. Mostrando a opinião de
pessoas comuns. O cidadão vigilante faz vídeos no filme onde ele explica o que está
fazendo. Pode criticar achando tosco. Mas o problema ainda é real.
Quando a violência ocorre, ela ocorre em contexto. Um terrorista sai às ruas e
esfaqueia uma mãe na garganta na frente do filho. Isso já existe. Quando uma equipe
da Swat invade a casa do vigilante, é o estado preocupado em prender o vigilante ao
invés de prover justiça para as vitimas inocentes. A cena é um banho de sangue. Mas o
banho de sangue já existe.
Para Ludwig von Mises, ele perguntaria os incentivos de cada agente? O criminoso
responde a risco baixo e impunidade. O juiz socialista responde a carreira, a ideologia
socialista e outros interesses. A polícia responde a comando político. O cidadão
responde ao que? Ao medo e à impunidade. O filme é uma aula brutal de intervenção
gerando consequências.
Quando o Estado monopoliza a justiça, elimina o cálculo concorrencial: não tem preço
claro para incompetência judicial, não tem falência para tribunal ruim. Acaba que não
tem um tribunal na Alemanha com moral para julgar o vigilante. Que nem o STF no
Brasil julgando o PCC. O bandido dá um beijo na careca o Xandão, passa a mão na
bunda do Dino e sai livre.
Milton Friedman enxergaria a falha do monopólio. Se um supermercado entrega
comida podre, perde clientes. Se escola falha, pais deveriam poder sair. Mas quando
polícia, tribunais e imigração são monopólios políticos, o cidadão não consegue trocar
e ainda paga a conta via impostos.
Preciso falar de outros pontos óbvios? O vigilante visita as vitimas, se preocupa com
elas. Ele investiga quem são os culpados, é metódico, frio. Ele pergunta para as vitimas
se elas querem justiça. Coisa que os políticos que censuraram este filme nem se
preocuparam em saber.

Uma das cenas finais mostra o cidadão vigilante do filme encontrando um violador em
casa. E quando confrontado, descobre que toda a família também acredita no que o
rapaz fez ao juntar os amigos e violar uma moça inocente. O cidadão vigilante então o
faz chamar todos os amigos. E assassina toda a família. Calma, não desligue o cérebro.
Tenha coragem de duvidar e questionar os atos do personagem. É uma família inteira
com a mentalidade de guerra santa. E depois são vários amigos que chegam na casa e
são abatidos. São todos culpados? Existe outro jeito? O que você teria feito?
justiça privada não é licença para assassinato indiscriminado. Quando a lei vira escudo
do predador, o justiceiro vira sintoma, e sintoma não é cura.
Filmes de vigilantes são feitos toda hora. Sempre existe debate, mas sempre, sempre
existe um único lado politico ao lado dos bandidos. Temos os filmes do Batman, do
Desejo de Matar, do Comando para Matar, temos um ótimo especial lançado do
Justiceiro este ano. E perguntas que se empilham como corpos de bandidos. A censura
defende quem? Pois o próprio Elon Musk quebrou a censura e permitiu o filme de
graça no X. Para doer no X dos políticos de toda a Europa!

Vamos imaginar como seria esse filme no Brasil?
Mas pra que? Já temos filmes que abordam os mesmos temas. Tropa de Elite. O Doutrinador e outros já questionam tudo isso. Já temos no Brasil uma esquerda que apoia o fascismo politicamente correto, também conhecidos como Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital. A quem o Lula chama carinhosamente de “meus meninos”. Eles dominam territórios, são monopólio da violência, das leis do crime e donos dos corpos de todas as meninas nas
comunidades.

Dialogo com os grandes mestres
Contribuição de dialogo com os professores Mendigo Pegador, Ermitão da Montanha, Penelope Gostosa, Tchutchuquinha do meu coração e Peruca do Xandão.
Platão: Sombras ou Formas?Platão entenderia que o conceito de vigilante justiceiro toca na alegoria da caverna. O vigilante acredita ver a "Verdade" (a corrupção do sistema) que os outros ignoram. Contudo, em filmes deste gênero, frequentemente o vigilante troca as sombras do sistema legal pelas sombras de seu próprio ressentimento.
Estudar Platãi é criticar
Se o filme glorifica a violência sem apontar para a Forma do Bem ou da Justiça Ideal, ele nos mantém acorrentados na caverna da vingança. Boll tende a mostrar a corrupção (a sombra), mas raramente oferece a ascensão dialética para a Justiça verdadeira. Permanecemos no sensível, sem tocar o inteligível.
Edmund Burke: Tradição vs. Ruptura
Estudar Burke nos alerta contra a ruptura revolucionária e a destruição das instituições orgânicas em favor de abstrações.
Entender Burke te leva a entender que um filme de vigilante é, por natureza, burkeano ou anti-burkeano? Se o vigilante age porque as instituições falharam, há um apelo à ordem natural. Porém, se ele substitui a Lei (tradição acumulada) pelo seu próprio julgamento individual (razão privada), isso é perigosamente revolucionário.
Burke criticou o risco
A obra de Boll corre o risco de promover uma ruptura violenta sem prudência. O conservadorismo exige que a justiça seja restaurada, não usurpada. Se Citizen Vigilante sugere que o indivíduo está acima da comunidade e de suas leis, ele falha no teste de Burke. A ordem social é frágil; quebrá-la, mesmo com boas intenções, pode liberar o caos.

Jordan Peterson: Ordem, Caos e Responsabilidade
A dinâmica de Ordem (estrutura social) vs. Caos (corrupção, crime) é central.
Arquétipo: O vigilante é um herói que confronta o dragão do caos? Ou torna-se ele próprio o dragão?
Responsabilidade: Peterson enfatiza "assumir a responsabilidade". O vigilante assume responsabilidade ou apenas indulge na vontade de poder?
Jordan enxergaria o problema da projeção: Em obras anteriores de Boll, há muita raiva (ressentimento niilista) e pouca construção de significado (Logos). Se Citizen Vigilante não mostrar o sacrifício necessário para restaurar a ordem, mas apenas a gratificação da violência, é niilismo disfarçado de heroísmo. O verdadeiro heroísmo exige sofrer pela ordem, não apenas destruir o caos por prazer.

Russell Kirk e a Imaginação Moral:
Kirk enxerga os problemas do cinema de ação de Boll. O cinema de ação moderno, especialmente na veia de Boll, tende a ser transacionário, não transformacional. Ele vende adrenalina, não sabedoria.
Critica de Kirk e Instituições Naturais (Bonald)
O filme fortalece a família e a comunidade? Geralmente, nestas narrativas, o protagonista é um átomo isolado, desvinculado de laços orgânicos, lutando contra um sistema abstrato. Isso reflete a alienação moderna, mas não necessariamente a cura. Um filme conservador mostraria o vigilante defendendo a comunidade concreta, não apenas abatendo inimigos abstratos.
Thomas Sowell e a Visão Trágica contra a Utopia:
A lição de Thomas Sowell sobre a Visão Trágica
O mundo é imperfeito, há trade-offs. A justiça perfeita é inatingível aqui abaixo.
Visão Utopia
Se o filme sugere que matar os "bad guys" resolve o problema social permanentemente, é utópico e perigoso.
Boll tende a uma visão cínica, quase trágica, mas a solução apresentada é frequentemente simplista. O conservadorismo reconhece a depravação humana, incluindo a do vigilante. Se o filme não mostrar o custo moral na alma do protagonista, falha em compreender a condição humana.
Uma visão mais machista sobre força e disciplina
Há uma distinção vital entre força bruta e força virtuosa.
A masculinidade saudável protege, provê e sacrifica. Constrói segurança e justiça.
A masculinidade doentia domina, destrói e busca validação.

Observação libertária
Contribuição de CláudioOMjr. Ouse Pensar!
Ao analisar o filme, vemos que existem três pontos essenciais:
1° Falta de segurança
2° Falta de justiça
3° Radicalização
Primeiro ponto: a falta de segurança
Nota-se que o Estado sempre trata de tolher os cidadãos do direito de se defenderem
— seja com mais impostos sobre o armamento, seja com mais burocracia e
regulamentações, ou com proibições sobre a compra e o porte de armas. Tendo em
vista que o cidadão foi proibido de se defender, o Estado oferece o serviço policial.
Porém, essa é uma troca desproporcional: o cidadão sempre sai com menos direitos e
o Estado com mais privilégios.
Um exemplo disso é o crime de desacato: no exercício da função, o policial pode
cometer excessos, porém o cidadão não pode contestá-lo. No meio militar, apontar
uma arma carregada para alguém é considerado um atentado contra a vida, e o militar
está sujeito a ser baleado se não abaixar a arma imediatamente. Porém, essa regra não
se aplica ao cidadão comum; os policiais frequentemente apontam armas em
abordagens, demonstrando um gesto claro de sadismo e sensação de superioridade.
O congresso tende a corrupção!
Alta criminalidade normalmente é o primeiro sinal de uma justiça conivente com o
crime, eles não querem punir, eles não querem que pagem indenização, eles querem é
ressocializar ou relevar o crime de acordo com a raça, cor ou sexo do envolvido. Não
temos leis, temos campanhas políticas. Os políticos corruptos se orgulhando de
defender criminosos pois estes são sua base eleitoral.

Segundo ponto: a falta de justiça
Nota-se que o Estado nunca alcança um ideal de justiça. Mesmo com um Congresso
criando leis todos os dias, isso nunca é o suficiente.
Mas, então, onde está o problema?
O problema reside na falta de princípios da lei. Uma lei não pode simplesmente
atender à vontade democrática, pois qualquer ideia revolucionária comunista ou
fascista pode vir a ganhar adeptos e criar uma barbárie — tudo dentro da legalidade.
A justiça é um teatro de ego inflado, criando uma superioridade dos juízes e policiais e
vassalagem dos cidadão, a lei é uma festa a fantasia onde a mediocridade, arrogância,
ganância e sadismo se travesti de honra e dignidade.
Como podemos resolver isso?
A lei verdadeira deriva de dois pilares: a proteção da propriedade e a garantia da
liberdade. Esses pilares possuem três aspectos fundamentais:
Atemporalidade: a capacidade de permanecer através do tempo, sendo estas leis
permanentes.
Imutabilidade: a capacidade de não se alterar, estas leis não podem mudar a
interpretação.
Universalidade: a característica de que, independentemente de onde exista vida
racional e inteligente, essas regras surgirão de modo espontâneo.
Uma vez que reconhecemos esses pilares como legítimos, se eles porventura vierem a
ser agredidos, o ato de repelir a agressão em legítima defesa é algo perfeitamente
correto e ético. Mais do que ético, é um dever moral não se render à opressão, pois o
avanço contra os direitos de um indivíduo hoje abre precedentes para que o mesmo
ocorra com outros amanhã.

Terceiro ponto: a radicalização
Nota-se que o Estado cria uma onda de impunidade tamanha que a única via restante
parece ser a radicalização.
Apesar do esforço do estado em manipular narrativas para acalmar a população elas
fracassam ao confrontarmos com a realidade.
O grande general Gêngis Khan já dizia na arte da guerra, “nunca se deve encurralar um
inimigo sem lhe dar uma rota de fuga, pois, se assim o fizer, ele lutará até a morte”.
Creio que o Estado, agindo como um antagonista do cidadão, vem encurralando a
população. Diante desse movimento estatal, muitos sentem que não resta alternativa
a não ser a reação radical. Quando as instituições geram um ambiente de impunidade
generalizada, o cenário acaba empurrando os indivíduos para a hostilidade como
última resposta.
“Nós não podemos culpar o Estado por ser mau; nós devemos culpar a sociedade por
ser conivente com o mal.”
Por Marcio Strzalkowski
Com agradecimento aos colaboradores
Força e Honra





























Comentários