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O Demolidor

  • Foto do escritor: Marcio strzalkowski
    Marcio strzalkowski
  • 17 de ago. de 2023
  • 14 min de leitura

Atualizado: 26 de mar.

Stallone, porra! (E você foi multado em R$1.00 por violação do Estatuto da Moralidade Verbal)



O Demolidor (Demolition Man 1993)

Dirigido por Marco Brambilla

Escrito por Daniel Waters, Robert Reneau e Peter M. Lenkov


Nos anos 90, depois de uma década de ascensão dos brucutus machistas como Schwarzenegger, Van Damme e Chuck Norris, foi a vez de brincar e satirizar estes filmes de ação. E os bons rivais Arnold schwarzenegger e Sylvester Stallone resolveram cair na brincadeira e fazerem boas comédias com elementos de ação. E se em 1992 Schwarzenegger protagonizou um filme onde dois robos do futuro viajam para o passado em Exterminador do Futuro 2: Em 1993 Stallone protagonizou um filme onde dois seres humanos do passado viajam para o futuro. E o resultado merece ser assistido!


O começo deste filme se passa no distante futuro de 1996! Onde John Spartan (Sim, Stallone é um legitimo espartano neste filme!) é apelidado de O Demolidor por demolir tudo no caminho para prender um bandido. Qualquer bandido! E assim o filme começa em uma cena de ação foderosa onde um bandido faz mais de 30 reféns. Estamos falando de Wesley Snipes, que neste filme interpreta um pagodeiro chamado Simon Phoenix! Anos antes de interpretar o famoso caçador de vampiros Blade...

O começo é uma boa cena de ação que acaba em uma mega explosão só para deixar claro ao que o filme veio. Um prédio inteiro é explodido pelo combate entre Spartan e Phoenix!

E os reféns? Bom...


Como Spartan não encontrou os reféns em sua busca pelo prédio e como o próprio Phoenix afirma que os reféns já não estavam no prédio; Então ele simplesmente pegou o bandido e saiu de lá antes que tudo explodisse. Mas em seguida chegaram os bombeiros e descobriram a verdade: Os reféns continuavam no prédio e foram todos mortos na explosão. E assim John Spartan é condenado em um modelo novo de prisão chamado de Crio-Prisão. Um modelo novo onde os condenados seriam congelados para o futuro...




O Admiravel Mundo Novo de Lelina Huxley

E tem gente que ainda se admira quando eu afirmo que filmes machistas tem sim, espaço para heroinas femininas. Neste filme temos Sandrinha Bullock interpretando Lelina Huxley, que é uma citação para ligar este filme com uma obra da literatura chamada de Admiravel Mundo Novo. Escrito por Aldous Huxley. O filme se passa em 2032 e o livro foi publicado em 1932.


E a personagem dela é uma ligação direita entre o velho guerreiro do passado e este admirável mundo novo que nos apresenta ao Socialismo Fabiano. O Socialismo Fabiano significa exatamente que aqueles que tem mais dinheiro eventualmente vão ter influencia o suficiente para governar as pessoas mudando as leis e extinguindo qualquer liberdade ou direito individual contrário ao seu poder. Infelizmente nós já vivemos em um mundo dominado por Socialistas Fabianos. De fato, todo filme com história de mega-corporação que domina o mundo é uma critica ao Socialismo Fabiano. Pensem nisso...


Lelina Huxley é a ponte entre passado e presente. E sua sala tinha elementos até mesmo proibidos para cidadãos comuns pois tinha posteres de filmes antigos, LPs e até mesmo uma katana! É ela que adora as relíquias de um tempo esquecido e que entende quem foi John Spartan. De certa forma ela é o elo de ligação de Spartan com o mundo e o jeito do publico entender a distopia do futuro...


Mas ela não entende bem o que significa o passado e o presente até que Phoenix escapa!


Admiravel Mundo Novo foi escrito por Aldous Huxley, publicado em 1932. Na Londres do ano de 2540, a sociedade é totalmente moldada pelos horrores do progressismo.


Sendo o conceito de progressismo, na pratica, um nome bonito para tudo o que governos ditam ser ciência. Cujos escrúpulos, ética ou moral obedecem apenas ao que o estado dita.


Sendo assim, cidadãos são criados geneticamente como castas raciais com objetivos claros dentro da sociedade. Um mundo comandado por Alfas e Betas, porém com trabalhadores das castas Gama, Delta e Ípsilon sendo progressistamente mais burros, feios e negros. Sim, negros!


No romance, o próprio conceito de família se tornou um palavrão!

Chamar alguém de pai ou de mãe é um palavrão repudiado no livro. Quase como hoje em dia!


No livro, acompanhamos a aventura de John - o Selvagem e sua mãe sendo levados a civilização. Na civilização, John vê pessoas drogadas entregues a prazeres carnais sem conseguirem entender direito conceitos como valor da vida, morte, família ou amor! John consegue recitar de cabeça falas inteiras de William Shakespeare enquanto que as pessoas são mentalmente incapazes de perceber o valor da cultura.

John – O Selvagem é um herói com valores conservadores em um mundo progressita!

O Demolidor com Sylvester Stallone é um filme que mostra séculos antes do romance!


Um dos pontos altos da obra é exatamente quando a mãe de John morre e ele vai se despedir de seu corpo. Uma professora de escola infantil leva crianças para ver os mortos e ensinar que a morte é um processo divertido da vida. Em contraste absoluto com a tristeza de John. Que ao gritar sua dor pela perda da mãe, acaba reprendido pela professora que tenta censurar a palavra “mãe” como se fosse um palavrão.


Possui três adaptações boas.

Brave New World de 1980 por Burt Brinckerhoff

Brave New World de 1998 por Leslie Libman e Larry Williams.

Um ótimo seriado pela HBO em 2020.


Detalhe:

Se lembram de como a Doutrinação Socialista afirma que Benito Mussolini era de Direita e que perseguiu socialistas? Pois o livro escrito em 1932 faz homenagem a Mussolini e seus mais de 30 anos de socialismo! DE ESQUERDA!


E Simon Disse...

Simon Phoenix (que Stallone pronuncia como pênis em vários momentos hilários do filme!) é então descongelado em 2032 para uma entrevista sobre ele se sentir reformado para viver em sociedade. Sua resposta é encher o entrevistador de porrada, mata-lo, arrancar seu olho e fugir matando quantos policiais conseguir!


Sua violência é tanta que ele revela um lado sombrio do futuro. Ele é feito de bundas-moles! (multado em R$1.00 por violação do Estatuto da Moralidade Verbal)


Os policiais são bundas-moles do jeito que a militancia politica socialista prega há décadas!

Décadas de história não mentem. Movimentos politicos socialistas ligados ao narco tráfico, militantes que chamam a policia de racista desde 1940, décadas de idiotas úteis gritando pelo fim da policia militar. Isso tudo faz parte do plano!

Os policiais ficam completamente horrorizados com Simon Phoenix!


A situação ficou insustentável para a força policial que Lelina acabou convencendo as forças de segurança a re-habilitar John Spartan para que ele possa prender Simon Phoenix.


A Volta do Espartano

John Spartan acorda para um futuro distópico onde aos poucos vai descobrindo os podres deste novo mundo. Uma das coisas mais simples é que recebemos multas por falar palavrões.


As pessoas são multadas por falar palavrões!

A sociedade mudou ao ponto onde as pessoas precisam usar três conchas para limpar a bunda. (E são multadas em R$2.00 por violação do Estatuto da Moralidade Verbal) O que rende uma cena hilária onde Spartan vai na própria maquina que multa as pessoas chamar ela de cabeça de merda, cretino, tico-murcho, filho da puta e outras coisas. (multado em R$10.00 por violação do Estatuto da Moralidade Verbal)

E ele usa todos estes papeis de multas para limpar o cu (multado em R$1.00 por violação do Estatuto da Moralidade Verbal)


Pode não parecer grandes coisas, já que é apenas para corrigir o linguajar das pessoas. Ou será que não?

Será que as multas vão além disso para retirar a nossa liberdade individual de ter opiniões contrárias?

Será que se afirmar que o PT é uma praga para o Brasil (multado em R$1000.00 por violação do Estatuto da Moralidade Verbal)


Lógico que as multas mais altas vão para quem falar mal de Lenin, Marxs, Fidel e outros...


Bom, Spartan acaba descobrindo então que o futuro é feito do mais puro politicamente correto.

E o politicamente correto significa que um partido (grupo de pessoas) vai ficar de mimimi contra todas as formas de ofensas e isso significa coibir muitas opiniões contrárias. A menos que estas mesmas opiniões e ofensas possam ser usadas contra os inimigos do partido.

Isso significa que o Socialismo Fabiano decidiu que tipo de musica as pessoas irão ouvir, que tipo de restaurante vai existir e como as pessoas devem se sentir por lei. E vai proibir todo o resto das liberdades individuais como alcool, sal, gordura e até mesmo sexo e reprodução!


Em meio a todas estas liberdades que foram tiradas das pessoas, estão os direitos de se defenderem! Tanto que o único lugar onde Phoenix pode encontrar armas é em um museu! E então Simon Phoenix vai fazer uma vistia a um museu para ter um pouco de contato com cultura e armas.

E quando Phoenix tiver controle sobre as armas, ele também vai ter controle sobre o que as outras pessoas podem ter...


É imprecionante como este texto está sendo escrito no final de 2015 e sobre como este filme é atual com a situação da França. Onde terroristas armados já executaram inumeros ataques simplesmente pelo fato da França ter se tornado um pais de bundas-moles politicamente corretos!

(multado em R$5.00 por violação do Estatuto da Moralidade Verbal)


O Admiravel truque velho

Temos uma cena de ação muito poderosa entre Simon Phoenix e John Spartan no museu! Com direito a muitos tiros, xingamentos, porradaria e muitas frases feitas! Com destaque para uma cena onde Spartan usa uma antiga TV de Tubo para dar umas porradas em Phoenix!

Mas ao fugir do Museu, Phoenix dá de cara com ninguém menos do que Dr. Raymond Cocteau e seu escravo sexual Associado Bob.


E então temos um vislumbre da trama que vai ser revelada durante o filme. Dr. Raymond Cocteau é o responsavel por toda a construção dessa distopia politicamente correta! E encontrar com ele na rua é o equivalente a encontrar com o Lula! E descobrimos que Simon Phoenix não consegue matar ele! E isso por causa de que Phoenix foi lobotomizado e programado durante o sono criogenico para ser incapaz de matar o Dr. Raymond Cocteau. Mais do que isso, que deveria obedecer as suas ordens para matar o único lider de oposição que existe!


O Politicamente correto não é lindo?

Quando você corrompe, mata, lobotomiza e escraviza outras pessoas: É crime! É politicamente Incorreto!

Mas quando um Socialista Fabiano faz as mesmas coisas: É justificavel, politicamente correto! Tudo por um bem maior, lógico...


Um imperio economico nas mãos de um socialista que resolve mudar as leis para tirar os direitos e liberdades das pessoas. E usando o velho truque de contratar um assassino para fazer o serviço sujo...


A missão de Phoenix seria a de matar Edgar Friendly, um homem que criou uma sociedade em meio aos excluidos da sociedade. Mas onde Valores são conservados e liberdades individuais são protegidas. Um mundo para onde as pessoas mais pobres foram varridas e esquecidas.

Spartan enfrenta seu grupo antes de finalmente conhece-lo. E descobre envergonhado que são só pessoas roubando comida.


Vamos perguntar aos grandes pensadores da humaniade sobre a Perda da liberdade, censura e controle do pensamento

Platão: Na República, 

Platão defende um Estado ideal com censura de poesias e mitos para moldar as almas dos guardiões. A elite de San Angeles age como guardiões platônicos, censurando "pensamentos perigosos" (violência, individualismo) para manter a harmonia. Spartan representa o "mito da caverna" invertido: ele vem do mundo "real" (caótico, mas livre) e revela as sombras da utopia falsa.

Sócrates/Platão: O diálogo socrático questiona autoridades. Spartan, como Sócrates, perturba a cidade "justa" ao questionar suas regras absurdas (três conchas no lugar de papel higiênico, sexo com capacetes). A morte de Sócrates mostra o risco de desafiar o consenso social. A tragédia de Sócrates muda a perspectiva de Platão. Se antes, Platão defendia a censura, ao saber das conequencias da censura com o antigo mestre e amigo, a condenação de Sócrates a morte, sua perspectiva muda.


René Descartes: O "penso, logo existo" (cogito) enfatiza a dúvida metódica e a liberdade do pensamento individual. No filme, o controle subliminar ataca exatamente isso: reprogramar mentes para eliminar dúvida e rebeldia. Spartan preserva sua dúvida cartesiana ao rejeitar a "realidade" imposta.


Immanuel Kant: A ética kantiana exige autonomia moral (agir por dever, não heteronomia). San Angeles impõe heteronomia total: leis externas ditam até o que se pode dizer ou comer. A "boa vontade" kantiana vira conformismo vazio; Spartan encarna a autonomia ao agir por princípios internos de justiça, mesmo que "rudes".


Friedrich Nietzsche: A sociedade é uma "moral de escravos" extrema, que domestica o instinto vital (vontade de potência). A proibição de violência e individualismo cria "últimos homens" medíocres, felizes mas fracos. Spartan e Phoenix são "super-homens" caóticos que expõem a fraqueza niilista da utopia. Nietzsche diria: "Eles mataram Deus e substituíram por regras sanitárias."


Nicolau Maquiavel: O príncipe (Cocteau) usa aparências de bondade para manter poder. Ele descongela criminosos para eliminar opositores — maquiavelicamente virtuoso na aparência, cruel na essência. "Parecer bom" é mais importante que ser bom.


Baltasar Gracián: No Oráculo manual, a prudência cortesã aconselha dissimulação. A elite de San Angeles é mestra em polidez falsa e controle sutil, enquanto Spartan é direto e "autêntico" — virtude perigosa em tempos de hipocrisia.


Zenão de Cítio, Sêneca, Epicteto e Marco Aurélio (estoicos): A verdadeira liberdade está na mente, não no corpo ou sociedade. Epicteto diria: "Não são as coisas que nos perturbam, mas nossas opiniões sobre elas." Spartan mantém liberdade interna apesar do controle externo. 


Marco Aurélio, imperador estoico, governaria com virtude, mas criticaria a emasculação que remove a capacidade de ação corajosa. Sêneca veria o hedonismo banido como excessivo; o estoicismo aceita prazeres moderados, não proíbe a natureza humana.


Andrew Tate criticaria duramente a "emasculação" da sociedade — homens incapazes de lutar, defender ou liderar. Spartan representa o homem "alfa" tradicional, forte e protetor, contra uma cultura que pune masculinidade. A proibição de contato físico e violência seria vista como guerra contra a natureza masculina.


Buda: O apego a desejos causa sofrimento (dukkha). San Angeles tenta eliminar desejos "nocivos" (carne, violência, sexo físico) para alcançar paz, mas cria sofrimento maior pela repressão. Buda ensinaria equilíbrio (Caminho do Meio), não proibição total.


Jesus Cristo: "A verdade vos libertará" (João 8:32). Spartan traz verdade incômoda à hipocrisia da sociedade. Jesus criticaria a elite farisaica que impõe fardos pesados (regras minuciosas) enquanto ignora justiça e misericórdia. Os pobres nos esgotos lembram os "pobres de espírito" ou os marginalizados que Jesus priorizava. "Não resistir ao mal" (Mateus 5:39) contrasta com a necessidade de defesa justa.


Sun Tzu: Estratégia indireta — usar o inimigo (Phoenix) contra outro inimigo.


Nietzsche: Poder real não teme "mal" instrumental; moralidade é ferramenta dos fracos.


Kant: Inaceitável — trata pessoas como meios, não fins em si.



Sexo Virtual

Em certo momento do filme temos uma linda cena de sexo.

Nossa heroina Huxley faz questão de convidar Spartan para uma relação saudavel e romantica em sua casa. E para isso, tras em cena um XXXBox 69

com oculos de realidade virtual. Mas Spartan acha a ideia uma merda! (multado em R$23.90 por violação do Estatuto da Moralidade Verbal)

Talvez porque os graficos do Playstation XXX sejam melhores ou porque sexo é foda mesmo! (multado em R$11.00 por violação do Estatuto da Moralidade Verbal)


Mas temos que entender que esta distopia se baseia no cerceamento das liberdades; e a liberdade de fazer sexo e ter uma família é a última liberdade que podem tirar de nós antes de tirar nossas vidas...

Pensem nisso...



A opinião de grandes pensadores sobre a perda de direitos e liberdades

Aristóteles: Na Ética a Nicômaco, a virtude é o meio-termo. Proibir carne, censurar e proibir liberdades é extremo (deficiência), assim como o excesso de hedonismo. O homem virtuoso desfruta prazeres naturais com moderação. Spartan come carne como ato de humanidade equilibrada.


John Locke: Direitos naturais incluem propriedade sobre o próprio corpo e frutos do trabalho. O Estado não pode ditar o que o indivíduo consome, qual opinião possui e qual liberdade deve desfrutar se isso não prejudica outrem diretamente.


Arthur Schopenhauer: A vontade cega impulsiona desejos. Banir liberdades reprime a vontade vital, mas não a elimina — ela ressurge nos esgotos ou na violência de Phoenix. Schopenhauer veria a utopia como negação ascética falha da vontade.


Sun Tzu: Em A Arte da Guerra, conhecer o inimigo e a si mesmo é essencial. O governo de San Angeles ignora a "natureza humana" (desejos) e perde a guerra contra Phoenix porque não entende o "terreno" da violência inerente.


Aristóteles: A pólis ideal inclui classes, mas a justiça distributiva exige equilíbrio. A desigualdade extrema (elite acima, pobres abaixo) viola a amizade cívica e a virtude.


Platão: Na República, classes são necessárias, mas harmônicas. Aqui, a separação cria conflito — os pobres representam o "timocrático" ou oligárquico reprimido.


Karl Marx: Não enxergaria nada de errado na censura, na perseguição, na ditadura ou na morte de pessoas inocentes. E se tivesse problemas, a culpa seria da Luta de classes e dos capitalistas.


Jesus Cristo: "Bem-aventurados os pobres" — os esgotos simbolizam os oprimidos que a elite ignora, priorizando aparência de perfeição.


O Libertário dos Esgotos

O filme toma duas direções distintas que acabam se cruzando...

John Spartan e Lenina Huxley descem aos esgotos para conhecer as pessoas e os valores excluidos de uma sociedade politicamente correta. Onde temos uma cena fantastica onde Spartan prova um ótimo Hamburguer de rato! Um Ratoburguer!


Edgard Friendly é o libertário liderando os excluidos nos esgotos!

Um homem que foi para os esgotos em busca de liberdade, armas, bacon, cerveja, sexo hetero, liberdade de expressão, o direito sobre a própria saúde e sobre a própria felicidade!


Um homem que entende que imposto é roubo!

E se você não pagar seus impostos, o Estado vai mandar a policia, os militares e o Supremo Tribunal para cima de você para tirar a ilusão de que você possui a sua casa, seu carro e até mesmo sua saúde ou vida!


Um homem que entende que tudo o que o governo oferece vem com preço dele poder tirar as suas liberdades e ditar o que você vai pensar ou falar. Em nome do socialismo. E o nome disso é fascismo, é nazismo e é comunismo! A Liberdade de Pensar te faz perceber que nazismo, fascismo e comunismo são cabeças diferentes da mesma hidra chamada de socialismo!


Um homem que entende que se o Estado quer te tirar as suas armas, talvez seja por medo de você ter um motivo para atirar no Estado!


Suas palavras são proféticas

"Veja bem, de acordo com o plano de Cocteau, eu sou o inimigo, porque gosto de pensar; gosto de ler. Sou adepto da liberdade de expressão e da liberdade de escolha."

Sou o tipo de pessoa que gosta de sentar em uma lanchonete gordurosa e se perguntar: "Puxa, devo comer o bife T-bone ou a costela de churrasco gigante com batatas fritas ao molho?"


Eu QUERO colesterol alto. Eu quero comer bacon, manteiga e baldes de queijo, certo?

Quero fumar um charuto cubano do tamanho de Cincinnati na seção de não fumantes. Quero correr pelas ruas nu, com gelatina verde por todo o corpo, lendo a revista Playboy. Por quê? Porque, de repente, talvez eu sinta essa necessidade, certo, amigo?

Eu vi o futuro. Sabe o que é isso? É um virgem de 47 anos sentado em seu pijama bege, tomando um shake de banana e brócolis, cantando "I'm an Oscar Meyer Wiener".

Edgard Friendly


E temos Simon Phoenix executando seu plano junto ao Dr. Raymond Cocteau e seu escravo sexual Associado Bob. Um plano de libertar outros bandidos para poder tomar o poder... E que se foda o Dr. Raymond Cocteau...

(multado em R$15.00 por violação do Estatuto da Moralidade Verbal)

Estas duas tramas acabam se cruzando quando Phoenix desce até os esgotos para matar Friendly...


E depois de muitas porradas, tiros, perseguições de carros, Jack Black em aparição rápida e banho de espuma automotiva; Descobrimos os novos planos de Phoenix: Libertar todos os bandidos da crio-prisão e tomar o poder. Porque é isso o que acontece quando alguns poucos individuos tem armas enquanto os outros obedecem a leis que os proibem de te-las...



O Machismo escancarado

Ao final deste filme temos Spartan e Huxley adentrando a prisão para impedir Phoenix de realizar seu plano. Libertar todos os bandidos para formar um exército.

Espere, isso é o plano dos socialistas desde 1893!


E assim, temos uma das cenas que os criticos mais chamam a atenção. Onde Spartan nocauteia Huxley com o bastão incapacitor para deixa-la longe do combate e assim enfrentar Phoenix sozinho. Muitos chamaram isso de machismo. Mas vamos encarar a verdade: Sim! Isso é machismo!

Em nenhum momento Spartan quis colocar a vida de Huxley em perigo! Por isso ele a deixou bem longe do maniaco pagodeiro treinado em 400 formas de matar! Isso é o machismo e nada mais machista do que afastar uma mulher do perigo!


Ao final, Phoenix é derrotado de forma politicamente incorreta onde seu corpo é congelado, sua cabeça é arrancada on screen e então explodida em mil pedaços para delirio do publico. Spartan tem um discurso franco sobre liberdades e direitos e termina o filme trocando fluidos corporais com Sandrinha Bullock. O que pra mim é um final feliz muito positivo...


Fim.


(Este texto soma multas com valor de R$1093.90 por violação do Estatuto da Moralidade Verbal)


Mas e as três conchas?


O segredo das três conchas é que elas não funcionam!

As três conchas são um espelho da sociedade sem direitos e sem liberdades. Não funcionam!


Uma sociedade que proibe livros, filmes e músicas é uma sociedade que controla as noticias, as narrativas e a politica! E funciona tão bem quanto limpar o cu com três conchas e achar que tá limpo!


Uma sociedade que manda na sua saúde, no que você vai comer, no que vai fazer sexo e como vão nascer seus bebês. Isso funciona tão bem quanto limpar o cu com três conchas e achar que tá limpo!


Uma sociedade que tornou a policia em bundas-moles funciona tão bem quanto limpar o cu com três conchas e achar que tá limpo!


Nazistas, fascistas e comunistas desarmaram todas as pessoas para tirar seus direitos de se defenderem da bandidagem e da própria violência do Estado. Isso sempre levou ao genocidio!


Por Marcio Strzalkowski

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