top of page

Braddock – O Super Comando

  • Foto do escritor: Marcio strzalkowski
    Marcio strzalkowski
  • 23 de abr. de 2022
  • 9 min de leitura

Atualizado: 25 de mar.

Chuck Norris, porra!

Preciso dizer mais alguma coisa?


Vamos a mais um review Machista!

Braddock – O Super Comando (Missing in action 1984) Dirigido por Joseph Zito escrito por James Bruner O filme já começa no meio da ação de guerra. Onde soldados americanos enfrentam os socialistas no Vietnã. Temos helicópteros fazendo a retirada dos soldados que foge da artilharia pesada socialista dos vietcongues enquanto um soldado se destaca enfrentando a ameaça e resgatando os soldados americanos. James Braddock, interpretado por Chuck Norris! Uma das cenas que dá o tom do filme é justamente neste começo. Onde Braddock definitivamente decide não abandonar nenhum soldado e volta para lutar. Em pouco tempo dois soldados são cercados e um deles é gravemente ferido a tiros. Braddock vai ao socorro deles, mas acaba sendo ferido com uma rajada de tiros de AK 47 no peito. A próxima coisa que Braddock presencia são os dois soldados caídos e sendo mortos pelos socialistas e suas baionetas. Sem munição, Braddock puxa os pinos de suas duas granadas e se joga dramaticamente para vingar os seus soldados. A próxima cena mostra Braddock acordando e sua cama. Mas será que foi só um sonho? Não. São todas lembranças que se tornaram pesadelos há muito tempo. Os soldados mortos, a retirada e o fato de Braddock ter sido nocauteado pela explosão das granadas. Coisa que faz todo sentido em se tratando de Chuck Norris! O seu próximo pesadelo o mostra justamente como um prisioneiro de guerra junto há outros soldados. É a lembrança vivida de uma tentativa de resgate. Mas o General Socialista Trau (Interpretado por James Hong, que interpretou o David Lo Pan em Aventureiros do Bairro Proibido) decide se vingar matando um soldado americano na frente de Braddock. Braddock então levanta o colega ferido, o coloca nos ombros e o carrega. Parece uma cena boba, mas tem todo um significado profundo de que um guerreiro não deixa os amigos pra trás!

O contexto da trama política

Os filmes da saga Braddock tem sim todo um contexto político baseado em um conflito real, suas implicações e consequências. O Vietnã foi dominado por socialistas, os verdadeiros vilões de qualquer aula de história decente. Mas o seu professor de história socialista nunca vai admitir isso pois, é um sem vergonha capaz de ir na sua sala de aula com uma camisa do Chê Guevara, do Karl Marxs, do Lenin, Fidel Castro ou até do Stalin. A doutrinação é real.

Os socialistas mostrados no filme mantém prisioneiros de guerra e não se importam nem um pouco com direitos humanos. Tanto que Braddock se apresenta como um homem livre em Ho Chi Minh para denunciar que ainda existem campos com soldados prisioneiros e se depara com presos políticos que foram claramente torturados para denunciar Braddock como criminoso de guerra.


Em busca da verdade Para quem gosta de games como SplinterCell ou Metal Gear, esta sequencia mostra muito bem a atividade de ação furtiva onde Braddock sai pela janela do hotel e vai se esgueirando pelas ruas de Ho Chi Minh até chegar onde o General socialista Trau está. Braddock encurrala Trau em sua própria cama, coloca uma faca em seu pescoço e lhe pergunta onde estão os prisioneiros de guerra. Com a faca no pescoço, Trau confessa onde estão os prisioneiros. Braddock então o solta e decide sair deixando Trau viver. Mas Trau alcança a arma que estava sob seu travesseiro e tenta acertar Braddock, que retribui a traição jogando a sua faca no bucho do socialista. Temos então a sequencia de perseguição e fuga de Braddock pelas ruas de Ho Chi Minh. Embora os socialistas tenham seguido Braddock até o seu hotel, ele ainda consegue um álibi se jogando na cama da agente Ann da Embaixada Americana (interpretada pela atriz Lenore Kasdorf, conhecida por participar de várias séries americanas). O planejamento Braddock decide encontrar o velho amigo Tuck (M. Emmet Walsh) para alugar um barco, armas, um piloto de helicóptero para fuga e então investir numa missão suicida para encontrar os prisioneiros. Uma das coisas mais legais no filme além das cenas de ação são os métodos de negociação de Braddock. Quando encontrou o seu amigo Tuck, Braddock fez bom uso de te-lo encontrado em uma legitima briga de puteiro e calmamente deixa o amigo apanhar para que baixe o preço do aluguel do barco, só intervindo quando chega no preço mais barato! Ou a negociação nada sutil pelo preço do bote com armas depois.


O desfecho da trama Braddock é seguido de perto pelos socialistas que fazem de tudo, inclusive atentados que atingem pessoas inocentes como mulheres e crianças. O que culmina numa sequencia de fuga para o barco onde Braddock e Tuck são perseguidos. Temos então uma boa cena de ação onde Braddock toma um caminhão e encara os socialistas de frente! Uma cena rápida e foda é quando podemos ver um dublê entrando em um carro segundos antes do caminhão passar arrancando a porta do veiculo! Braddock e Tuck consegue fugir para encontrar os soldados. Infelizmente, esta também é a hora que eu paro de contar sobre o final dos filmes. Afinal, o filme ainda tem muitas surpresas agradáveis das quais não farei spoiler. Fica a minha recomendação para juntar os amigos, tomar umas cervejas e aproveitar este filme foda. Vejo vocês no inferno!


A mensagem machista do filme O filme todo gira sobre um ideal machista de responsabilidade, do respeito e dos laços de amizade que Braddock mantém com os companheiros de farda mesmo sem conhecer os prisioneiros que encontrará. Um filme sobre o valor da amizade que não tem frescuras e que mostra Chuck Norris como uma máquina de matar socialistas. Um filme que enfia o dedo sujo na ferida dentro do cu do seu professor de história socialista! Um filme para lembra-lo de que os ídolos socialistas dele são genocidas de estimação enquanto que os seus ídolos são Chuck Norris, Clint Eastwood, Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger, porra! Curiosidades! Braddock – O Super Comando influenciou completamente a maioria dos filmes de ação dos anos 80. Especialmente Rambo 2 – A Missão! Que copiou toda a história de um soldado invadir sozinho o Vietnã para resgatar prisioneiros de guerra um ano depois de Braddock nos cinemas! Outra curiosidade é o fato de um certo dublê creditado como J. Claude Van Damme antes da fama. Mas a melhor curiosidade é o fato de que suas continuações terem sido filmadas juntas, mas sem cronologia nenhuma. Assim, cada filme pode ser visto e apreciado separadamente.


Por Marcio Strzalkowski

Força e Honra!



Como os grandes pensadores poderiam interpretar Braddock?

Não existe diferença essencial entre comunistas, fascistas e nacional-socialistas: todos são sistemas totalitários que subordinam o indivíduo ao Estado, justificam atrocidades em nome de uma “causa superior”, suprimem liberdades e geram sofrimento em massa. Braddock luta contra o mal em si — o horror da tirania que esmaga a dignidade humana —, independentemente do rótulo ideológico.


Aristóteles (Ética a Nicômaco)

Aristóteles define a coragem como a virtude do meio-termo entre a covardia e a temeridade: enfrentar o perigo (especialmente na guerra) pelo que é nobre e justo, suportando o medo quando o bem comum ou a retidão o exige. A justiça é dar a cada um o que lhe é devido, corrigindo desigualdades e promovendo o bem comum. Braddock exemplifica isso ao invadir o Vietnã não por vingança impulsiva, mas para resgatar inocentes e restaurar o devido direito a liberdade e a vida. A guerra contra tirania é “remédio para o mal”, mas o corajoso age com sabedoria prática (phronesis), não por paixão cega.

Tanto comunistas quanto fascistas ou nacional-socialistas violam a justiça ao tratar pessoas como meios para o Estado, não como fins dignos.


Platão (A República)

Platão descreve a justiça como harmonia da alma e da cidade: cada parte cumpre sua função sem invadir a outra. A coragem pertence aos guardiões (guerreiros), que protegem o justo contra o caos. Braddock age como um guardião: sua alma racional domina o espírito irado para defender os fracos. A cidade (ou nação) justa não tolera regimes que escravizam cidadãos. Platão via tiranias (incluindo as que prometem igualdade forçada ou supremacia racial/estatal) como as piores corrupções da alma coletiva — todas equivalentes em sua injustiça.


Sócrates (via Platão, Apologia)

Sócrates afirma que o maior bem é a virtude da alma, não a sobrevivência física. Ele recusou fugir ou comprometer-se com injustiça, preferindo a morte a desobedecer ao que é melhor (Deus ou razão). Braddock, ao resgatar prisioneiros, prioriza a virtude sobre o medo da morte ou das consequências. “Não se deve praticar injustiça nem retribuí-la com injustiça.” Qualquer ideologia totalitária — comunista, fascista ou nacional-socialista — exige obediência cega que Sócrates rejeitaria como corrupção da alma.


René Descartes

Descartes enfatiza a virtude como o uso correto da vontade guiada pela razão clara: julgar bem para agir bem, cultivando generosidade (grandeza de alma) e autodomínio. A felicidade vem da virtude, não de resultados externos. Braddock demonstra clareza racional ao planejar o resgate apesar do caos da guerra, controlando paixões para cumprir o dever. Regimes totalitários obscurecem o juízo ao impor dogmas coletivos, impedindo a autonomia da razão — traço comum a comunistas, fascistas e nacional-socialistas.


Immanuel Kant

Kant fundamenta a moral no imperativo categórico: age apenas segundo máximas que possas querer como lei universal, tratando a humanidade sempre como fim, nunca como meio. O dever é incondicional, independentemente de consequências ou inclinações. Braddock age por dever — resgatar inocentes é tratar cada prisioneiro como fim em si, não como peão político. Invadir para libertar é justo porque a máxima “combater a escravidão humana” pode ser universalizada. Totalitarismos (comunistas, fascistas ou nacional-socialistas) violam isso ao usar pessoas como meios para o “bem maior” do partido ou raça/Estado.


Friedrich Nietzsche

Nietzsche valoriza a vontade de poder como afirmação da vida: coragem, força e nobreza contra a “moral de escravos” que glorifica fraqueza e ressentimento. O “super-homem” cria valores e enfrenta o niilismo com bravura guerreira. Braddock encarna o guerreiro afirmativo: invade o horror não por piedade fraca, mas por vitalidade que rejeita a decadência imposta pela tirania. Comunistas, fascistas e nacional-socialistas são, para Nietzsche, manifestações de ressentimento coletivo ou vontade de poder distorcida — todos escravizam o forte ao rebanho ou ao Estado, promovendo mediocridade em vez de grandeza.


Estoicismo (Zenão de Cítio, Sêneca, Epicteto, Marco Aurélio)

Os estoicos definem quatro virtudes cardeais: sabedoria, coragem, justiça e temperança. Zenão fundou a escola enfatizando vida conforme a natureza racional e cósmica. Sêneca e Epicteto ensinam que o mal externo (guerra, prisão) não toca o bem interno; o sábio suporta adversidade com resiliência (“o impedimento avança a ação”). Marco Aurélio via a justiça como fonte de todas as virtudes e o cosmos como cidade universal onde todos são cidadãos. Braddock pratica coragem ao enfrentar o medo da morte, justiça ao libertar os oprimidos e controle ao agir com calma em meio ao caos. Regimes totalitários contradizem o estoicismo: eles negam a liberdade interior e tratam humanos como coisas descartáveis, sejam comunistas (coletivismo), fascistas ou nacional-socialistas (culto ao Estado).


Buda

Buda ensina que o sofrimento (dukkha) surge do apego e ignorância; o caminho é a compaixão (karuna) e não-violência (ahimsa), mas não pacifismo passivo. A ação correta inclui proteger os inocentes com discernimento. Braddock age por compaixão ativa: resgata crianças e família do sofrimento imposto pela opressão. Buda rejeitaria qualquer ideologia que cause sofrimento em massa (como campos de prisioneiros ou genocídios) — comunistas, fascistas e nacional-socialistas geram o mesmo dukkha coletivo ao alimentar ódio e ilusão de superioridade.


Jesus Cristo

Jesus ensina amar o próximo como a si mesmo (parábola do Bom Samaritano), ter misericórdia e coragem para enfrentar o mal. Ele expulsou vendilhões do templo com indignação justa e disse: “Não resistais ao mau” no sentido de não retribuir ódio com ódio pessoal, mas também “amai vossos inimigos” enquanto se opõe à injustiça. Braddock encarna a misericórdia corajosa: arrisca tudo para salvar os “menores” (prisioneiros, crianças).

 Jesus condenaria todo sistema que oprime os pobres e inocentes — fariseus hipócritas ou impérios opressores. Comunistas, fascistas e nacional-socialistas são equivalentes em sua rejeição ao mandamento do amor e justiça divina.


Andrew Tate (perspectiva contemporânea de masculinidade e força)

Tate enfatiza coragem, disciplina, responsabilidade e luta contra fraqueza moderna: “a vida do homem é guerra” e homens fortes protegem os seus enfrentando o mal diretamente. Braddock exemplifica o “homem real” que não foge do horror, mas invade para resgatar família e inocentes. Tate critica sistemas que enfraquecem o indivíduo — totalitarismos como comunismo, fascismo ou nacional-socialismo promovem dependência estatal e suprimem a força pessoal, criando “homens fracos” perigosos para a sociedade.


Em síntese, o ato de Braddock ilustra virtudes universais — coragem para enfrentar o mal, justiça para restaurar o devido, dever incondicional, resiliência estoica, compaixão ativa e afirmação da vida — que todas essas tradições exaltam. Elas convergem na rejeição radical a qualquer totalitarismo: comunistas, fascistas e nacional-socialistas são faces da mesma tirania que degrada o humano, nega a liberdade e multiplica sofrimento. O herói verdadeiro, como Braddock, age para defender a dignidade individual contra o coletivismo opressor, seja qual for o nome que ele adote. Essa é a lição eterna contra o horror da guerra ideológica.


Descanse em paz Chuck Norris

Comentários


image_edited.jpg

Os Horrores do Progressismo ilustrados pelo cinema

Origens do progressismo

Principais ideias e valores progressistas.

Alienígenas, Guerra dos Mundos e sonda anal Impacto do progressismo na sociedade atual.

Os horrores do progressismo de Stalin

 

Por Marcio Strzalkowski

 

Força e Honra

https://marcio-strzalkowski.herospark.co/os-horrores-do-progressismo-ilustrados-pelo-cinema

pexels-karolina-grabowska-4207892.jpg
image.png

A Esquerda nazista, fascista e comunista

Estes pontos mostram como é a Esquerda quem usa hoje as praticas mais malignas usadas pelos nazistas e fascistas

 

São pontos demais em comum para ignorar e este PDF tem o objetivo de explicar cada ponto de forma simples, clara, com fontes e fatos históricos.

 

Por Marcio Strzalkowski

Força e Honra

Valor de R$ 30 Reais https://marcio-strzalkowski.herospark.co/a-esquerda-nazista-fascista-e-comunista

pexels-karolina-grabowska-4207892.jpg
image.png

Escola sem Tarados

Uma cartilha contra a Doutrinação Socialista, contra Ideologia de Gênero e contra Funk Carioca em ambiente educacional.

Por Marcio Strzalkowski

Força e Honra!

https://marcio-strzalkowski.herospark.co/escola-sem-tarados

pexels-karolina-grabowska-4207892.jpg

Livros para comprar ou baixar de graça

bottom of page