Frankenstein de Guilhermo del Toro
- Marcio strzalkowski
- 2 de jan.
- 6 min de leitura

Filme chegou estreou em 2025 e lida com assuntos que se tornaram o novo normal do horror e da destruição dos direitos e liberdades. Vamos a nossa analise.

Frankenstein de Mary Shelley foi publicado em 1811. Narrando eventos que só ocorreriam décadas depois da sua publicação, ou seja, uma história ambientada no futuro do século dezenove. Mary Shelley não chegou a falar de carroças voadoras que viajam no tempo, nem de inteligencias artificiais destruindo o mundo. Começou simples. Uma nave, um navio, cuja tripulação fazia a sua jornada guiada pelas estrelas para onde nenhum homem jamais esteve. No polo norte.
Porém, em sua jornada, Capitão Kirk e sua tripulação se deparam com um único homem sozinho na neve. Perseguido por algum tipo de animal que passou a assombrar a tripulação. Dentro do navio, o sobrevivente conta que seu nome é Victor Frankenstein. E que a criatura do lado de fora do navio é um homem como nunca existiu.
A partir daqui, vou defender o direito de que todo diretor tem de reinventar obras clássicas da literatura. Separando a obra original do livro e deixando seu nome em sua interpretação da obra no cinema. Guilhermo del Toro reinventou boa parte da obra e isso sempre rende pontos bons e ruins. E aqui, faço questão de explicar que Mary Shelley é uma das melhores autoras da literatura clássica moderna. Deixando a minha recomendação do livro clássico e dos filmes.
E agora, vamos usar a nossa visão além do alcanse para explicar os pontos pesados da obra. Sigam-me os bons!

Frankenstein é uma obra que viria a denunciar todos os horrores que ainda viriam a ser cometidas em nome da ciencia. Temos todo o dialogo que ainda iria existir sobre humanismo contra socialismo. O Doutor Victor Frankenstein, em um objetivo de medir o tamanho do pinto dele contra os maiores médicos da Europa, decidiu recriar um ser humano a partir de cadaveres. Em uma sequencia de eventos jamais descritos por Mary Shelley, Frankenstein rouba diversos cadaveres mortos de defuntos falecidos. Costurando, tricotando e grampeando em um único corpo. Ele seria maior, mais forte e teria a shonga do Kid Bengala! De acordo com o documentário O Jovem Frankenstein, de Mel Brooks.
E por motivos de raios que o partam, a criatura veio à vida. Como na Biblia, Deus teria visto sua criação e concluiu que era bom. Mas não Doutor Viktor Frankenstein. Que viu sua criação e concluiu que tava uma merda abominavel. Saiu para comprar cigarro e nunca mais voltou!

Humanismo contra o socialismo
Como um recém-nascido, sem eira, nem beira e sem CPF. O ser humano criado feito à alma da humanidade. Foi chamado de criatura, de demonio e do termo médico de objeto demonstrado: Monstro. Nasceu desumanizado e sua jornada literaria é a melhor parte da história.
E agora eu invoco o debate sobre humanismo contra o socialismo. A história de Frankenstein mete e remete sobre uma época onde os maiores pensadores saiam no tapa discutindo sobre escravidão. A porrada cantava solta sobre a ideia de que negros eram seres humanos, que por isso a escravidão era imoral e deveria ser abolida. No Século Dezenove, tinhamos o Calvinismo, onde Calvin e Haroldo explicavam que era possivel trazer os mortos a vida através de tomar choque.
Tinhamos a ascensão do pensamento progressista onde quem estava no poder decidia o que era o progresso. Decidia o que era ciencia. Tinhamos o socialismo que sonhava em tomar o poder, roubar tudo de todos e dividir a miséria igualmente. Existe mais de um século de diferença entre o Monstro de Frankenstein e os Monstros de Frankfurt. A Escola de Frankfurt desenvolveu as mais desumanas formas de doutrinação, de experiencias contra seres humanos e até de puro holocausto.
Como toda bunda só tem dois lados, quem fica no meio, toma no meio.
Só o socialismo obtem beneficio da escravidão moderna, da desumanização, de experimentos contra seres humanos e de seu genocidio. Esta é a historia do Século Vinte. O verdadeiro humanista deve denunciar e renunciar a todas estas monstruosidades.
No lado oposto, os capitalistas se beneficiaram de dar a liberdade aos escravos. De vender a comida aos famintos. Os conservadores se beneficiaram de defender valores e virtudes imortais. Os liberais verdadeiros beneficiaram a todos defendendo direitos e liberdades. Os libertários beneficiaram a todos defendendo liberdades inerentes a todos. E os verdadeiros humanistas defenderam valores para todos os seres humanos.
Socialistas não conseguem debater contra os verdadeiros humanistas. Afinal, os socialistas precisam defender o progressismo. Experiencias contra seres humanos. O aborto. Sem falar de seus próprios genocidios como a Fome na China comunista ou Holodomor.

A invenção de todos os horrores
A história de Frankenstein não lacrou. Ela inventou todos os horrores que os lacradores iriam apoiar duzendos anos depois. Temos o cientista louco original desumanizando os cadaveres, fazendo experimentos progressistas e em seguida abandonando o ser humano no mundo sem nenhuma responsabilidade. Até os monstros da OCP tinham um plano melhor. Eles ressucitaram nosso senhor e salvador, Alex Murphy, para que ele voltasse a trabalhar e concluisse seu evangelho. A Lei de Murphy.
Se for errado para Victor Frankenstein criar um monstro perseguindo a vida, então, qual a diferença para os monstros socialistas que criaram campos de morte? Os experimentos comunistas sobre transplante de cabeça de cachorro? Os crimes da doutrinação em negar que fascistas eram todos socialistas? Que era a extrema esquerda do Partido socialista da Italia?
Os crimes de Victor Frankenstein chegam a ser mais leves do que os crimes de Mengele contra a vida de mulheres e crianças. Joseph Mengele era socialista com ideias aprendidas na Escola de Frankfurt e fez experimentos contra populações inteiras. O aperfeiçoamento do aborto. Experimentos com crianças. Camaras de gás e chuveiros de te lavam da própria vida.
Ao final da Segunda Guerra Mundial, o Julgamento de Nuremberg condenou e enforcou os socialistas do partido dos trabalhadores por seus crimes. Estabelecendo que nenhum pais deveria fazer experimentos médicos contra a vontade das pessoas. Adivinhem se não foi exatamente o que aconteceu durante a pandemia?
Perto destes crimes reais, o que fez Victor Frankenstein? Não curou ninguém, não apresentou seus estudos para ninguém, não levou sua criatura para que outros médicos possam continuar o seu trabalho. Literalmente nem tentou trazer sua familia de volta a vida. O homem que desvendeu o segredo da vida não fez uso disso para com as pessoas que amava. Foi tudo ego e birra. O que é um homem? Uma miseravel pilha de ego e birra.

Mary Shelley e o respeito pelas mulheres
Mary Shelley foi a maior escritora moderna e nenhuma feminista vai comemorar este fato. Afinal, Mary Shelley denunciou há duzentos anos atrás o que as feministas defendem hoje.
A doutrinação socialista mentindo para crianças e jovens.
A doutrinação é um controle mental. É controlar o que vamos aprender e como vamos pensar. O próprio texto de Mary Shelley questiona isso mostrando Victor Frankenstein contra seus professores.
Mas o pior são as histórias de experimentos contra seres humanos hoje.
Com veneno na veia das pessoas e cirurgias para mudar o sexo até de crianças. Se estivesse viva, ela choraria pelos horrores de uma ideologia cujo amparo psicologico é pior do que o abandono. Pelo menos, seu monstro foi abandonado sozinho. As crianças trans são vitimas de doutrinação, de experimentos cirurgicos. E depois, vitimas de experimentos de psicologia com psicologues boycetas e rainhas do deserto. Abandonades para se churrascar aos 35 anos. Uma receita de bolo que se corta sozinho. Homossexuais que não se enxergam como homossexuais. Seres humanos que não enxergam o próximo como ser humano.
Um ensaio para o dia em que ditaduras usarem esses conhecimentos para transformar a todos nós em monstros doutrinados e preparados para lutar as suas guerras.

Termino meu texto recomendando as obras originais. O livro original é uma história que pouco toca na ciência, mas abraça os seres humanos. Os filmes da Universal. Recomendo O Jovem Frankenstein de Mel Brooks. O filme Frankenstein com Robert de Niro para uma experiencia de horror.
E fecho com chave de ouro falando do filme Deu a Louca nos Monstros. No filme, Dracula é uma força do mal. Um monarca genocida do século quatorze. Que escraviza outros monstros como a Mumia, o Caboclo da Água e o próprio Monstro de Frankenstein. Seguindo uma linha dramatica que respeita o texto de Mary Shelley, o monstro desperta em 1987 recebendo ordens de Dracula. Ele deveria matar os garotos enxeridos e o seu cachorro! Porém, contudo e numa piruleta de plot twist, o monstro encontra uma menina pura e inocente perto de um rio. E decide virar amigo dela se negando a cometer os mesmos erros do passado. O filme mostra as ações que o monstro teria se fosse bem tratado, revelando o ser humano de Frankenstein.
Se tornando amigo das crianças, tirando fotos de mulheres peladas, descobrindo que lobisomem tem saco e no final se sacrificando enfrentando Dracula para livrar o mundo dos Monstros.
Por Marcio Strzalkowski
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